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1971

The year music changed everything

Uma série de música que vai muito além da música. Em seus 8 episódios, "1971 - The Year Music Changed Everything", nos leva em uma viagem no tempo com grandes artistas, guerra, drogas, política, movimentos por direitos civis e muita música. Como não se emocionar com imagens de arquivo incríveis dos Stones, George Harrisson, Tina Turner, Marvin Gaye, Sly, Bowie, Curtis Mayfield, James Brown, Bill Withers, Aretha Franklin, Gil Scott Heron, The Who e tantos outros em momentos únicos. Impressiona o recorte de um ano onde grandes discos foram lançados ou gravados e que são tão importantes na história da música e da sociedade.

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The Velvet Underground

Estamos vendo uma avalanche de Velvet Undergound! E isso é bom demais.

Estamos vendo uma avalanche de Velvet Undergound! E isso é bom demais. O aguardado filme de Todd Haynes ganhou seu primeiro trailler. Estamos super ansiosos de ver essa historia de lendas como Lou Reed e John Cale ganhar vida.



Além disso um super tributo vem aí, com versōes de seus clássicos por Kurt Vile (a primeira a ser lançada, Run Run Run), Matt Beringer, Sharon Van Etten, Thurston Moore entre outros. E sim, esses quatro grandes artistas já tocaram por aqui em shows incríveis pelo Queremos!

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Dee Gees

O workaholic Dave Grohl não para! Agora ele e os Foo Fighters se nomearam Dee Gees.

O workaholic Dave Grohl não para! Agora ele e os Foo Fighters se nomearam Dee Gees e vão lançar 5 versões de clássicos dos reis da disco music, os Bee Gees. A primeira já saiu e ganhou clipe. Bora pra pista!



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JESUS Ñ VOLTARÁ: UMA ENTREVISTA COM MATEUS FAZENO ROCK

Aproveita e colabora com a campanha de financiamento do segundo disco de Mateus

Está aberta até 05 de julho a campanha de financiamento coletivo para a produção de “Jesus Ñ Voltará”, segundo disco do artista cearense Mateus Fazeno Rock. Seu disco de estreia, o instigante “Rolê nas Ruínas”, entrou no radar do Queremos!, que incluiu o álbum entre os melhores de 2020 e também falou do trabalho no podcast Queremos! Reviu 2020.



Mateus Henrique Ferreira do Nascimento é um multitalentoso artista de 26 que compõe a partir de Sapiranga, bairro de Fortaleza com elevado índice de pobreza e favelização, onde ele vive. Os moradores de lá sofrem particularmente com os efeitos das invasões ambientais e da especulação imobiliária, além da violência policial e do desinteresse do poder público, comuns a quase toda periferia brasileira. As esquinas da cidade, a dureza de um cotidiano de poucas possibilidades, determinadas pelo local onde se mora, e a energia de criar arte a partir do pouco que se tem, foram o combustível que Mateus utilizou na produção do independente “Rolê nas Ruínas”, um retrato particular e confessional de uma realidade que é igualmente comum a milhões de jovens brasileiros.



Suas músicas oferecem um passeio sem freios por rock, blues, hip hop, MPB e funk, com fluidez e personalidade. As letras narram situações do cotidiano, com sonhos, medos e traumas de quem se arrisca pelo mundo que viram poesia. “Ela tem medo que eu leve sua bolsa / Enquanto isso eu vou levitar, levitar, levitar (lhe evitar) / Inevitável que na minha idade a minha cidade não fique apavorada quando eu ando por aí”, ele canta em “Trilha sonora para o fim do mundo”, faixa que encerra “Rolê nas Ruínas”.



“Jesus Ñ Voltará” é a sequência natural do “Rock de Favela” que Mateus criou em “Rolê nas Ruínas”. Seu objetivo com o novo trabalho segue o mesmo: fazer um “Som Djavan”, de alta qualidade, que reverbere muito além da Sapiranga. O Queremos! se uniu a Mateus Fazeno Rock neste projeto e vai colaborar para a sua realização e divulgação.



O primeiro passo é ajudar a espalhar a campanha de financiamento do disco, que tem três objetivos: a produção musical, a criação da identidade visual e a produção e impressão do álbum também em vinil de 12 polegadas. Você pode colaborar clicando na página de Mateus Fazeno Rock no Apoia.se. Cola no bonde do Mateus Fazeno Rock.

E se quiser saber mais sobre o trabalho do Mateus, leia a pequena entrevista abaixo com ele (e clica também nos vídeos que acompanham este texto!).  

Como você escolheu o nome Mateus Fazeno Rock pro seu projeto musical e o que este nome significa pra você?

O nome “Fazeno Rock” surge muito num lugar de inclusive entender o trabalho que estava nascendo. As músicas estavam sendo feitas, eu estava com várias inquietações a respeito de um lugar pra esse som que eu buscava e que eu queria fazer. E tanto o Fazeno Rock como o Rock de Favela, pra mim, demarca esse lugar, nem que seja como um ponto de partida, mas me ajudou a entender o caminho pra trilhar.

O disco novo vai seguir na linha do Rolê das Ruínas? Qual vai ser a pegada?

O disco novo é um aprofundamento do que se inicia com o rolê nas ruínas. As conversas y reflexões que começam no “rolê” são levadas mais a fundo nesse próximo disco. É um trabalho com memórias e ainda mais voltado para histórias do meu território, então ele se aproxima do Rolê nas Ruínas nesse lugar. Quanto à sonoridade, tem sim raízes parecidas com  as que você pôde encontrar/ouvir/sentir no Rolê nas Ruínas, mas o cruzamento com a linguagem hip-hop segue ainda mais presente nesse álbum.

O primeiro teve o Buguinha Dub apenas na Masterização ou ele teve mais algum papel no disco? Como foi que vocês se esbarraram?

O Buguinha nós entramos em contato com ele através do instagram mesmo. Estivemos pesquisando pessoas que trabalhavam com master e procurando no trabalho características que se aproximassem do resultado que a gente esperava. Buguinha tem um trabalho muito incrível e então fechamos esse trabalho.  Admiro bastante o trabalho dele, mas à parte isso, não tenho / temos nenhuma relação direta com ele. A não ser esses diálogos via direct do instagram.

Quem trabalhou contigo na gravação e produção do disco novo? É a mesma galera que trabalha contigo nas lives e clipes?

Existe uma rede de pessoas próximas ao projeto fazeno rock com quem articulamos as ações. As lives de um modo geral são feitas por mim, com Larissa Ribeiro e Ângelo William Dançando (A ultima live para o festival Bixa Nagô contou ainda com a presença de John Kleber que também já dançou no primeiro missanegra), Dj Piajay e Ágno Cesar fazendo a captação e mix do áudio. Para as filmagens o Selo do Século, selo multilinguagem que habita o mesma território/zona que eu atualmente aqui em Fortaleza e já foi parceiro nas duas Missas Negras que aconteceram. Cada clipe tem uma equipe especifica, a depender do trabalho, demandas etc. mas essas pessoas se cruzam entre as atividades justamente por conta dessa rede.

A equipe do disco também passa por esse cruzamento. O disco anterior foi produzido e mixado por Rami Freitas. Nesse conto com a parceria do projeto Outragalera e Agno César na produção e construção dos arranjos. Mas o bonde é gigante desde feats, a backing vocals, equipe de id visual, assistência de produção, técnico de captação etc.

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UMA VIAGEM VIRTUAL PELA MÚSICA DE CADA PAÍS ATRAVÉS DAS DÉCADAS

Navegue pelo mapa-mundi musical de 1950 ao presente momento

Simples e efetiva, a Radiooooo é uma plataforma online e gratuita onde é possível navegar pelo mapa-mundi da música a partir da década de 1950. Para cada uma delas, a maior parte dos países reúne seleções certeiras com músicas relevantes para sua história, separadas por três filtros: "slow", "fast" e "weird". Com o seu perfil, é possível adicionar e recomendar faixas, e com a versão premium, é possível ainda pular as músicas, ouvi-las por completo e ainda acessar um histórico de reprodução. Navegue!

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A MEGA EXPOSIÇÃO VIRTUAL DE MÚSICA ELETRÔNICA DO GOOGLE

Acesse a plataforma e navegue pela vastidão de conteúdo sobre a história dos gêneros eletrônicos

A iniciativa Music, Makers and Machines, do Google Arts & Culture em conjunto com o Youtube, é uma plataforma interativa com realidade virtual que conta a história da música eletrônica, entre sintetizadores, heróis da música e lugares seminais do movimento. Para montar o acervo, a Google se uniu a 50 arquivos, museus, coleções, gravadoras e profissionais de 15 países.

Acesse a plataforma e navegue pela vastidão de conteúdo sobre a história dos gêneros eletrônicos, seus principais personagens, os equipamentos que moldaram o som e alguns clubes icônicos, como a Factory, na Inglaterra, e o Tresor, da Alemanha. São mais de 250 exposições online, um estúdio virtual interativo com 5 sintetizadores clássicos com aventuras em composição e mixagem, além de passeios em 3D.

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MY BLOODY VALENTINE: FINALMENTE NO STREAMING

Alguns títulos já estavam disponíveis; lista agora está completa e abre espaço para dois novos álbuns

Mais novo grupo assinado pela Domino Records, o My Bloody Valentine acaba de ter mais alguns títulos importantíssimos disponibilizados nas plataformas de streaming, entre eles seu álbum de retorno, m b v, e a compilação ep’s 1988-1991 and rare tracks, que reúne clássicos como You Made Me Realise, Feed Me With Your Kiss, Glider e Tremolo. Tem mais: a banda está criando dois novos discos para o selo, "um quente e melódico, outro mais experimental". Sem data de lançamento, a previsão de finalização é para o fim de 2021. Aguardemos!

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LIVRO INVESTIGA ÁLBUNS INDEPENDENTES DOS ANOS 80 E 90 NO BRASIL

Lindo Sonho Delirante Vol. 3 mergulha nas obras experimentais e independentes da era pré-streaming

O terceiro volume da série Lindo Sonho Delirante, de Bento Araújo, continua em direção aos horizontes apontados nos antecessores: uma navegação pelos discos brasileiros dos anos 80 e 90 que, cada obra a seu jeito, desafiaram os padrões vigentes no mercado da música na era pré-streaming. Não estamos falando simplesmente de obras que de fato alcançaram poucas pessoas em sua época - estamos também falando de lançamentos muito bem gravados, editados e que alcançaram gerações através de distribuição independente, sendo reconhecidos hoje em diferentes fontes como referências para a produção criativa e artística do período. O livro também conta com entrevistas exclusivas.

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HEINEKEN GREEN CAST: QUEREMOS!

Chegou o Heineken Green Cast com participação do Queremos! 💚

Chegou o Heineken Green Cast com participação do Queremos! 💚

O Heineken Green Cast é o podcast oficial da Heineken, feito para debater um de seus assuntos preferidos: música, é claro! A programação conta com os parceiros da Heineken no entretenimento brasileiro e, hoje, com Felipe Continentino e Pedro Seiler, da equipe Queremos!, conversamos mais sobre o Queremos! Festival, sobre os shows e sobre os fãs na nossa plataforma. #GreenCast

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DO TIKTOK PARA A BROADWAY

Saiba como um vídeo no Tik Tok originou o musical da Broadway de Ratatouille

Você lembra do Ratatouille, certo? Sim, o ratinho fofo da Pixar e Disney que sonhava em ser um renomado chef de cozinha francês! Pois bem: 14 anos após seu lançamento, uma fã chamada Emily Jacobsen fez um vídeo no TikTok com uma música autoral chamada "Ode To Remy", em homenagem ao protagonista do filme. Acontece que o conteúdo logo viralizou, chegando às mãos do compositor de orquestra Daniel Mertzlufft, que criou um arranjo musical para a melodia. Depois disso, vários outros fãs entraram na brincadeira e divulgaram na rede social possíveis canções, danças, cenários e maquiagens que poderiam ser usados em um espetáculo real sobre Ratatouille.

Eis que, em dezembro de 2020, a Seaview Productions anunciou seus planos de concretizar o projeto em um musical da Broadway. E deu certo: o Ratatousical já arrecadou mais de 2 milhões de dólares com venda de ingressos e segue em cartaz virtualmente. A direção ficou por conta de Lucy Moss, enquanto a supervisão musical ficou para o próprio Daniel Mertzlufft. No elenco, há nomes como Tituss Burgess, Adam Lambert e Ashley Park.

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MADLIB + KAYTRANADA = DOC + SINGLE

"Driven By Sound" fala da conexão dos músicos com o vinil e traz single duplo

Em parceria com a Lexus IS Wax, a Pitchfork acaba de lançar a primeira de duas partes de um documentário com Madlib e Kaytranada sobre suas relações com o vinil. Além dos registros em vídeo, a dupla vai lançar um single duplo em abril. Assista agora ao primeiro episódio.

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QUEREMOS! LIVRO 10 ANOS: PARTICIPE!

Que tal ter um depoimento assinado por você no novo livro do Queremos!?

Em 2015, lançamos a primeira edição do Queremos! Livro com fotos, relatos e pôsteres dos shows realizados nos nossos primeiros cinco anos. Em 2020, o Queremos! completou sua primeira década e vamos celebrá-la lançando uma segunda edição, contando as histórias dos shows e pôsteres de 2015 a 2020. Para cada um deles, haverá um relato de um fã sobre a experiência e o seu pode ser um dos escolhidos para a impressão!

Para participar é bem simples: prepare um relato de até 1500 caracteres sobre algum dos shows listados e conte sua experiência nessa noite, sobre o show e com o que mais tiver acontecido de empolgante. Os melhores depoimentos serão publicados no livro, com lançamento ainda neste ano, e na sua campanha de divulgação!

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Q! INPUT: ESSA MÚSICA ME MARCOU MUITO

Chegou o 2º episódio do Queremos! INPUT: Podcast, o programa do Queremos!

Chegou o episódio 2 do INPUT, o programa em podcast do Queremos! com novidades sobre música, cultura e tecnologia!

Certas canções entram na nossa vida, às vezes de maneiras inesperadas, e nos acompanham pra sempre. Neste episódio, falamos como a música está presente na biografia de qualquer pessoa - famoso ou não, todo mundo tem uma trilha sonora pra chamar de sua - e também da sua importância na construção da identidade. É claro, os lançamentos do mês ficam com a coluna de Renata Simões.

O Queremos! INPUT em podcast é uma produção do Queremos! e da produtora de áudio Sonido, com patrocínio da Heineken. O roteiro é de Ricardo Calazans e a apresentação é de Lucas Duque. Ouça abaixo ou na sua plataforma digital favorita!



O INPUT também é uma newsletter mensal, sempre com notícias, reflexões e insights sobre música, cultura e tecnologia. Assine. E da mesma forma que fazemos por lá, reunimos a seguir os links utilizados como referências no episódio 2 do INPUT:

“Música e Identidade: relatos de autobiografias musicais em pacientes com esclerose múltipla” (UFMG)

Por que o New Radicals vai tocar na posse de Biden

The Song is You… For the rest of your life

The Sounds of Happiness

Música e Construção de Identidade (UFPR)

The long fight to ‘Free Britney’

How Anaïs became Arlo

Conheça Olivia Rodrigo, estrela Disney que tem o maior hit de 2021 com ‘Drivers License’

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JAMES BALDWIN EM UMA PLAYLIST

São 467 faixas oriundas de sua coleção de discos, resgatada por um curador

É bem provável que você já tenha se perguntado o que houve alguém que você admira, seja um músico, um cineasta, um pintor ou um atleta. No caso de James Baldwin, um dos mais importantes romancistas, ensaístas, dramaturgos e poetas das últimas décadas, a resposta é uma playlist no Spotify com 467 faixas oriundas de sua coleção de discos, criada pelo curador Ikechúkwú Onyewuenyi enquanto pesquisava sua última peça, The Welcome Table. Aproveite!

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ENTREVISTA: BRUCE SPRINGSTEEN

Como bons fãs de entrevistas, não poderíamos deixar de indicar mais uma com Bruce Springsteen

Como bons fãs de entrevistas, não poderíamos deixar de indicar mais uma com Bruce Springsteen. Em áudio, confira o papo do artista multi-platina com David Remnick sobre sua carreira triunfante, algumas dificuldades pessoas e também sobre sua autobiografia.

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10 ÁLBUNS COMPLETANDO 50 ANOS

De Rolling Stones a Marvin Gaye, alguns dos discos mais brilhantes da história

Onde você estava em 1971? Dos artistas mais marcantes do final dos anos 50 ao final dos anos 60, muitos estavam em sua melhor fase! E é isso mesmo que esta lista do El País mostra: alguns dos lançamentos mais brilhantes de carreiras com longevidade completando 50 anos, entre títulos como Sticky Fingers, do The Rolling Stones; What's Going On, de Marvin Gaye; Pearl, de Janis Joplin; Construção, de Chico Buarque; Blue, de Joni Mitchell; e IV, do Led Zeppelin.

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A BATERIA QUE CRIOU O SOM DOS ANOS 80

"In The Air Tonight", de Phil Collins, transformou a estética musical dos hits oitentistas

Se você for ouvir uma playlist com os maiores hits dos anos 80, vai encontrar a estética dessa virada de bateria em dezenas ou até centenas dessas faixas. É a influência de Phil Collins e o clássico "In The Air Tonight" na música mundial, que completou 40 anos e segue um dos principais marcos artísticos do último século. Escrita em ré menor, o som dos tom-tons da bateria de Phil passou por um processo de efeito chamado "gated reverb". Esse efeito amplifica o som e o corta logo que as ondas de volume começam a diminuir, gerando uma batida potente, sem qualquer resquício de eco. Saiba mais na matéria do Nexo.

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O ACERVO DIGITAL DE SÉRGIO RICARDO

Mais de 5 mil itens já estão disponíveis

Um dos maiores artistas brasileiros, o cantor, compositor e cineasta Sérgio Ricardo acaba de ter sua obra imortalizada em um amplo acervo digital. O Sérgio Ricardo Memória Viva já está no ar, reunindo mais de 5 mil itens de sua produção ao longo das décadas, entre acervos iconográficos, musicais, literários, textuais e audiovisuais. Muitos desses são inéditos, e não param de chegar novos conteúdos. Navegue aqui.

  • sergio ricardo
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AS INVENTORAS DA MÚSICA DE VIDEOGAME

Seus nomes são Eímear Noone e Manami Matsumae.

Você já se perguntou quem compôs a trilha-sonora de alguns dos seus videogames favoritos? Ou melhor, você já se perguntou quando a música dos videogames se tornou uma "coisa"? Pois saiba: duas mulheres, Eímear Noone e Manami Matsumae, foram as responsáveis por tudo isso, criando alguns dos grandes ícones musicais em games dos anos 80 e 90 e formatando a indústria para as décadas seguintes. Conheça suas histórias no podcast da WIRED.

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A RESILIÊNCIA DO HIP-HOP NA PANDEMIA

O rap é o novo pop?

Em 2020, durante a pandemia do coronavírus, é verdade que todo o ecossistema da música buscou formas de reinvenção para sua sobrevivência. Mas se houve um movimento que não só encontrou formas de se manter, mas também de definir novos pilares e instituições para o futuro, foi o hip-hop e sua comunidade global.

Entre os detaques, estão o sucesso absoluto e instantâneo de Timbaland e Swizz Beats com a Verzuz TV, que foi de entretenimento para os isolados a um fenômeno cultural vital para seu público; a apresentação histórica de Travis Scott no jogo online Fortnite, assistida por quase 30 milhões de pessoas; a naturalização e viralização do uso do Cash.app como forma de apoiar artistas e pagar por merchandising; o fluxo de entrada de artistas em plataformas de streaming em vídeo, como o Twitch e até plataformas próprias, muitas vezes com venda de ingressos e formas recentes de monetização, com assinaturas digitais; a insurgência e consolidação de artistas vindos do TikTok, assim como o renascimento de clássicos em vídeos de desafios na plataforma; e muito mais. Leia uma reportagem completa sobre o assunto na XXL.

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